O aumento da pressão arterial (PA), ou seja, da força exercida pelo sangue contra as paredes arteriais durante o ciclo cardíaco, é conhecido como hipertensão arterial sistêmica (HAS), e acomete o sistema nervoso central, o sistema renal e a atividade cardiovascular.

A Hipertensão é seis vezes mais frequente em indivíduos de meia-idade e idosos, se comparados aos jovens, contudo, alguns jovens e até crianças podem apresentar quadros da mesma, caso sofram de alguma cardiopatia ou algum problema hereditário.

O aumento da pressão arterial pode gerar maiores danos às artérias, o que pode causar um AVC, uma insuficiência renal ou até mesmo diminuição da visão, e o tratamento para estabilizar a PA deve ser tanto farmacológico quanto fisiológico.

Para desenvolver o tratamento, o profissional fisioterapeuta deve avaliar a condição e o quadro de cada paciente, já que a HAS varia em cada indivíduo, e indicar exercícios de duração, intensidade e frequência ideais para o melhoramento de sua doença e consequente adaptação de seu organismo, podendo fazer com que os níveis de PA em repouso sejam melhorados e, em alguns casos, obtendo benefícios tão grandes que o paciente poderá diminuir a dosagem dos seus medicamentos ou até mesmo deixar sua PA controlada dependendo o caso sem uso de farmacológicos.

Quando o trabalho do fisioterapeuta é agregado a este tipo de tratamento, além de ajudar com melhorias à saúde de uma forma geral, realiza formas de tratamento especializadas, onde pode tratar pacientes idosos, que não têm mais tantas capacidades motoras e precisam de mais auxílio na prática de exercícios. Com a ajuda do fisioterapeuta, o paciente idoso pode ter um controle semanas, fazendo a sua PA se tornar mais estabilizada em repouso, diminuindo a frequência cardíaca e prevenindo complicações ainda mais sérias.

O trabalho do fisioterapeuta, no entanto, nem sempre é muito divulgado nos casos de tratamento para hipertensos, e o paciente acaba optando apenas pelo uso de fármacos, sem a associação da fisioterapia.

Manter bons hábitos alimentares, evitar o uso de álcool, o sedentarismo, e prezar por uma vida mais tranquila, com o mínimo possível de estresse, são hábitos preventivos contra a hipertensão arterial sistêmica.


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